
Em resposta à iniciativa do António Rosa (de se tirar o chapéu), sobre o Amor, escrevi assim:
Amor, é não ter palavras para o descrever.
Amor é simplesmente, sentir.
Sinta-se o Amor e sentir-se-á a vida.
Sinta-se o Amor e sentir-se-á a felicidade.
Sinta-se o Amor e sentir-se-á a unidade com Deus.
Parece que afinal sempre encontrei palavras.
Contudo, e isto talvez por defeito incutido pelo meu professor Calé, da disciplina de jornalismo, nos tempos áureos do meu 10º ano, em que este impunha a regra dos 3 C.
Posso é não conseguir transmitir exactamente aquilo que sinto, é o que faz um Saturno na 3 em Touro... mas estou a trabalhar nesse sentido!
Mas faltava-me acrescentar uma coisa que até hoje, representou, REALMENTE, a maior felicidade que tive na vida, o maior momento de amor que tive na vida, e deste amor, a conexão com Deus, o nascimento das minhas filhas, sobretudo da mais velha, porque foi a primeira vez que senti algo tão forte. Reconheço-o perfeitamente.
Lembro-me como se fosse hoje, no momento em que a vi, as lágrimas, literalmente, saltaram-me, incontidas, dos olhos e fui invadida por uma onda de amor, que abrangeu tudo, toda a gente, toda a sala, uni-me com o Todo, fui à Fonte Que Tudo É, bebi, inebriei-me, e voltei. Foi lindo!
De um amor tão grande, tão profundo, que realmente é como Sintetizei...
Muita paz E Amor.





